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Cintia Blank

Sobre

Entre fragmentação e integração

Uma história atravessada por rupturas e reconstruções.

A solidão ensina silêncio. A dor ensina profundidade.

Desde cedo, precisei aprender a sobreviver. Os livros foram meu primeiro abrigo simbólico: um lugar onde encontrei linguagem para o que ainda não tinha nome.

Busquei estabilidade. Busquei estrutura. Busquei respostas. Mas nenhuma conquista externa resolve uma fragmentação interna.

Foi atravessando minhas próprias rupturas que compreendi algo essencial: não se trata de eliminar partes de nós. Trata-se de integrá-las.

Essa é a base da minha atuação.

Um eixo claro.

Hoje, trabalho a partir de uma direção precisa: integração teórica, vivencial e emocional para o autoconhecimento de mulheres 35+.

Sem misticismo performático. Sem reducionismo técnico. Sem excessos acadêmicos que afastam o humano.

Profundidade com clareza. Sensibilidade com estrutura. Maturidade clínica.

Extremos produzem distorção.

Eu não pertenço a nenhum deles.

Técnica e alma não são opostas

De um lado, uma prática endurecida, excessivamente protocolar. Qualquer ampliação teórica ou simbólica é tratada como ameaça ao rigor técnico.

Do outro, abordagens que utilizam recursos subjetivos e simbólicos sem sustentação teórica, sem construção de caso, sem responsabilidade ética.

Minha atuação em psicanálise integrativa nasce de uma posição clara: uma clínica integrativa não é mistura. É maturidade.

O que a integração exige

Estudo profundo. Capacidade de sustentar raciocínio clínico. Consciência dos limites éticos da prática. Escuta atenta e sensível.

A verdadeira psicanálise integrativa acontece quando técnica e símbolo dialogam com fundamento. Quando bem conduzidas, essas dimensões não competem. Elas se fortalecem e ampliam a potência dos atendimentos terapêuticos.

O futuro é integrativo.